Sou seletivo demais, perfeccionista demais. Não tenho poucos amigos a toa. Devo ser daqueles que quando vai selecionar o feijão do almoço, deixa mais da metade de lado. Afinal, é melhor comer pouco e bem, do que comer muito e passar mal depois.
Eu não to te pedindo muito, só quero que você fique.
E você depois perguntou:
— Não tem nada meu aí? E eu quis gritar:
— Tem, tem eu.
Eu tinha e tenho um monte de coisas pra te dizer, daquelas coisas que a gente cala quando está perto.